Retina
Tratamentos avançados para doenças da retina
A retina é a camada de tecido nervoso sensível à luz que reveste a parte interna do olho. Ela funciona como o “filme” ou o “sensor” de uma câmera, capturando as imagens e enviando-as ao cérebro para que possamos enxergar.
Quando a retina é afetada, o tratamento precisa ser rápido, preciso e moderno. O Dr. Felipe Muralha oferece um arsenal de procedimentos , cirurgias e tecnologias focados em preservar a visão, estabilizar a doença e, sempre que possível, restaurar a qualidade visual.
Conheça os principais procedimentos, cirurgias e tecnologias para o
É um dos tratamentos mais comuns e eficazes em Retinologia moderna. Consiste na aplicação de medicamentos (como anti-VEGF ou corticoides) diretamente na cavidade vítrea do olho, garantindo que a concentração terapêutica ideal atinja a retina. Os anti-VEGF, em particular, são usados para neutralizar o Fator de Crescimento Endotelial Vascular que é o responsável pelo vazamento e crescimento de vasos anormais em muitas doenças retinianas.
Indicações:
É um tratamento ablativo a laser que se concentra na periferia da retina. É um procedimento crucial para controlar a progressão de doenças que causam isquemia (falta de oxigenação) extensa na retina.
Indicações:
Retinopatia Diabética Proliferativa grave
Oclusões vasculares da retina.
Representa uma evolução na terapia a laser, utilizando uma tecnologia que emite pulsos de energia em durações extremamente curtas (micropulsos), com intervalos que permitem o resfriamento do tecido adjacente. Isso permite que a energia do laser atinja e estimule as células pigmentares da retina (EPR) sem causar dano térmico ou cicatrizes visíveis.
Indicações:
É uma microcirurgia complexa realizada através de incisões mínimas para acessar o interior do olho. O procedimento envolve a remoção cuidadosa do humor vítreo (o gel transparente que preenche a cavidade ocular) e sua substituição por soluções, gases ou óleo de silicone. Esta remoção permite que o Dr. Felipe trate diretamente a superfície e as camadas subjacentes da retina, corrigindo patologias como descolamento de retina e removendo membranas (epirretinianas) ou hemorragias densas.
Indicações:
Também conhecida como cirurgia de introflexão escleral, é um procedimento cirúrgico para reparar o descolamento de retina. A cirurgia consiste em aplicar uma faixa ou esponja de silicone na esclera (a parte branca e externa do olho), fixando-a externamente. Essa faixa comprime suavemente o globo ocular, aproximando a parede externa do olho da retina descolada. Para finalizar, o cirurgião geralmente usa criopexia (congelamento) ou laser para criar uma cicatriz que sela as rupturas retinianas, garantindo a reaplicação da retina.
Indicações:
Veja as perguntas mais frequentes que os pacientes fazem
Sintomas de alerta incluem flashes de luz (fotopsia), o aparecimento repentino de manchas flutuantes (moscas volantes), perda de visão ou uma sombra/cortina escura cobrindo parte do campo visual. Estes sinais podem indicar um descolamento de retina, que muitas vezes requer cirurgia de urgência.
As cirurgias vítreo-retinianas tratam diversas condições, incluindo descolamento de retina, retinopatia diabética (com sangramentos ou trações), buraco macular e complicações de cirurgias oculares anteriores, como a de catarata.
A fotocoagulação a laser é um procedimento, geralmente realizado em consultório, que utiliza laser para tratar doenças da retina, como a retinopatia diabética ou roturas na retina, prevenindo danos maiores e preservando a visão.
As abordagens variam, mas as principais incluem a introflexão escleral (sutura de uma banda de silicone na parte externa do olho para bloquear a área da rotura) e a vitrectomia (remoção do gel vítreo para acessar e reparar a retina internamente).
As opções de anestesia variam e devem ser discutidas com seu médico, podendo ser local com sedação ou geral, dependendo da complexidade do caso e das condições do paciente.
O tempo de recuperação varia. Em geral, recomenda-se repouso de 1 a 2 semanas, com retorno gradual às atividades físicas após 45 a 60 dias. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a cicatrização.
Se um gás ou óleo de silicone foi usado para “tamponar” (manter a retina colada) durante a cirurgia, manter uma posição específica (como olhar para baixo) é crucial para que a bolha de gás/óleo pressione a área correta da retina e promova a cicatrização adequada.
É importante evitar dirigir (devido à visão embaçada inicial), não carregar peso, não praticar exercícios físicos intensos e, se o gás tiver sido utilizado, não viajar de avião ou subir grandes altitudes, pois a mudança de pressão pode ser perigosa.
Embora os riscos sejam geralmente baixos, como em qualquer cirurgia, podem ocorrer complicações como aumento da pressão ocular, sangramento, infecção, catarata e, raramente, um novo descolamento de retina.
A recuperação visual depende da extensão do dano original à retina e de quanto tempo ela permaneceu descolada. O objetivo principal é preservar a visão existente e, em muitos casos, restaurar parte ou a totalidade da visão, mas o resultado é individual.
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